Há leituras que chegam na hora certa e mudam tudo. Um cartão de oferta Pymandra é mais do que um presente — é um convite a entrar em contacto com obras que atravessaram séculos e continuam a dizer algo essencial sobre o que somos e para onde vamos. O destinatário escolhe o título que lhe fala, no momento em que está pronto para o receber.
Atenção: as imagens são meramente ilustrativas. O Cartão-Presente Digital é entregue por email, em formato de código, após confirmação de pagamento.
Há leituras que chegam na hora certa e mudam tudo. Um cartão de oferta Pymandra é mais do que um presente — é um convite a entrar em contacto com obras que atravessaram séculos e continuam a dizer algo essencial sobre o que somos e para onde vamos. O destinatário escolhe o título que lhe fala, no momento em que está pronto para o receber.
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A Luz da Ásia é o poema épico que levou a vida de Sidarta Gautama, o Buda, ao Ocidente pela primeira vez em verso. Publicado em 1879 pelo poeta inglês Edwin Arnold, tornou-se um dos maiores êxitos editoriais da época vitoriana, e um dos primeiros livros a abrir as portas do budismo ao leitor comum, sem exigir estudo académico prévio. Arnold escreveu-o num verso que a crítica da época comparou a Tennyson, e que continua, mais de cem anos depois, a ser lido pela beleza da linguagem tanto quanto pelo tema.
Oito capítulos narram a renúncia, a busca da verdade sobre o sofrimento, e o caminho até à iluminação: as Quatro Nobres Verdades, o Nirvana, o karma, tudo em tom de epopeia, elevado e narrativo, escrito na perspectiva de um devoto budista. É poesia para ser lida em voz alta, como os antigos épicos se faziam.
Esta é a primeira edição moderna integral em português europeu, em verso livre, com o prefácio original do autor, notas de editor e glossário de nomes e termos indianos.
«Sabe, ó Rei!
É esta a Flor da nossa árvore humana
que desabrocha uma única vez em muitas eras.»
Para quem é este livro
Para quem procura uma introdução à vida de Buda e ao budismo mais pela via narrativa do que pelos tratados académicos. Para quem já pratica meditação e quer conhecer as origens da tradição por trás dela. Para quem lê poesia épica e clássicos da literatura, e quer um poema à altura do tema que trata. Para quem quer ler poesia genuinamente bela, e não apenas informativa.
Esta edição
Autor: Edwin Arnold
Título original: The Light of Asia (1879)
Tradução: Pymandra, edição moderna integral em português europeu, em verso livre
Inclui: prefácio original do autor, notas de editor, glossário de nomes e termos indianos
Formato: EPUB
DRM: sem restrições
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Algumas coisas dependem de nós. Outras não. Com esta frase abre o Manual de Epicteto, e com ela começa uma das disciplinas interiores mais exigentes que a Antiguidade deixou.
Epicteto nasceu escravo, por volta do ano 50, e serviu um secretário do imperador Nero. Liberto, fundou uma escola em Nicópolis e nunca escreveu uma linha. O seu discípulo Arriano registou-lhe as lições e condensou-as neste manual, pensado para andar sempre à mão: enchiridion, em grego, quer dizer precisamente «o que se tem na mão».
Durante quase dois mil anos, foi isso que o livro fez. Acompanhou Marco Aurélio, foi adaptado por monges como regra de vida, atravessou o Renascimento e chegou intacto à modernidade. Diz o que os grandes ensinamentos sempre disseram, em todas as tradições: a liberdade começa no lugar onde o mundo exterior deixa de ter poder sobre o juízo. O Bhagavad-Gita chama-lhe desapego. Epicteto chama-lhe distinguir o que é nosso do que não é.
Esta edição foi pensada para ser lida de uma vez: um português europeu claro, que se entende à primeira leitura, sem dicionário ao lado. O aparato dá o contexto que falta: 47 notas, glossário, cronologia e índice onomástico. Em dois capítulos, a edição assinala onde discorda do próprio Epicteto, e explica porquê.
Para quem ouviu falar da dicotomia do controlo e quer ler a fonte. Para quem procura uma primeira entrada na filosofia estoica pelo texto mais curto e mais directo que ela deixou. Para quem leu A Consolação da Filosofia, de Boécio, ou A Canção Celestial, e quer ver a mesma pergunta respondida por um escravo que se tornou mestre.
Quem foi Epicteto?
Filósofo estoico grego, nascido por volta do ano 50 em Hierápolis, na Frígia. Foi escravo antes de se tornar um dos mestres mais influentes do estoicismo romano.
O que é o Enchiridion, ou Enquirídio?
É o Manual de Epicteto: um resumo das suas lições, compilado pelo discípulo Arriano em cinquenta e dois capítulos breves, para consulta diária.
O que é a dicotomia do controlo?
É a distinção, que abre o livro, entre o que depende de nós, como os juízos, as escolhas e os desejos, e o que não depende, como o corpo, a reputação e os bens.
Epicteto, Marco Aurélio ou Séneca: qual ler primeiro?
O Manual de Epicteto é o mais curto e o mais directo dos três, e por isso a entrada mais natural no estoicismo. Marco Aurélio leu-o e deixou nas Meditações a marca dessa leitura.
A partir de que texto foi feita esta tradução?
Do texto latino da edição greco-latina de Foulis, publicada em Glasgow em 1758, que reproduz o texto estabelecido por John Upton.
Autor: Epicteto
Compilação: Arriano de Nicomédia
Edição de base: Foulis, Glasgow, 1758 (texto latino da edição greco-latina de John Upton)
Tradução: Pymandra, em português europeu
Extensão: 52 capítulos, cerca de 80 páginas
Inclui: 47 notas de contexto, glossário, cronologia, índice onomástico
Formato: ebook
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O primeiro mapa de conjunto do homem e do cosmos, anterior a A Doutrina Secreta
O homem como ser de sete princípios. A humanidade em marcha por uma cadeia de sete globos, ronda após ronda, raça após raça, da Lemúria à Atlântida. A alma depois da morte, por Kamaloka e Devachan, até ao regresso. E, acima de tudo, os grandes ciclos do universo, até ao Nirvana.
É este o mapa que Budismo Esotérico expõe, e foi o primeiro a ser traçado em conjunto. Saiu em Londres em 1883, cinco anos antes de A Doutrina Secreta, de Helena Blavatsky, e deu forma escrita à doutrina que a Sociedade Teosófica tornaria conhecida no Ocidente.
A. P. Sinnett, jornalista inglês e director do jornal The Pioneer, em Allahabad, ordenou-a com a clareza do seu ofício, a partir do ensinamento que recebeu, desde 1880, em cartas dos Mahatmas, os mestres orientais da Sociedade. O Buda surge no livro como um dos grandes adeptos desta tradição. Apesar do título, é uma exposição da teosofia, apresentada como o núcleo esotérico do budismo.
Foi por este livro, recebido em 1884, que W. B. Yeats chegou à teosofia.
Doze capítulos, de Os Mestres Esotéricos a A Doutrina Revista, com A Constituição do Homem, A Cadeia Planetária, Os Períodos do Mundo, Devachan, Kamaloka, A Maré Humana, Buda e Nirvana pelo caminho. A lei do karma, a reencarnação e o destino da alma na vida depois da morte atravessam o livro inteiro.
Para quem quer ler a teosofia onde ela começou.
Para quem é esta obra
Para quem leu Blavatsky, Besant ou Steiner e procura o texto fundador da cosmologia teosófica. Para quem se interessa por karma, reencarnação e pelo caminho da alma depois da morte. Para quem leu A Sabedoria Antiga, de Annie Besant, e quer ir à fonte de onde ela parte. Para quem leu A Luz da Ásia, de Edwin Arnold, saída quatro anos antes da mesma casa londrina, a Trübner & Co., e quer ver o Buda lido pela teosofia. Para leitores de Yeats e de religião comparada.
Perguntas frequentes
O que é Budismo Esotérico?
É a primeira exposição de conjunto da doutrina teosófica, publicada por A. P. Sinnett em Londres em 1883. Descreve o homem como ser de sete princípios, a evolução da humanidade numa cadeia de sete globos, o karma, a reencarnação e o destino da alma depois da morte.
É um livro sobre budismo?
É um livro de teosofia, apresentada como o núcleo esotérico do budismo. Não é uma introdução ao budismo nem à meditação budista.
Quem foi A. P. Sinnett?
Alfred Percy Sinnett (1840-1921), jornalista inglês, director do jornal The Pioneer, em Allahabad, e membro da Sociedade Teosófica.
Quem eram os Mahatmas?
São os mestres orientais da Sociedade Teosófica, de quem Sinnett recebeu, a partir de 1880, as cartas em que o livro se baseia.
Qual a relação com A Doutrina Secreta, de Blavatsky?
Budismo Esotérico saiu cinco anos antes. São obras distintas: este é o texto de Sinnett, e A Doutrina Secreta pertence a Blavatsky.
O que são Kamaloka e Devachan?
Segundo o ensinamento exposto no livro, são os dois estados por onde a alma passa depois da morte: Kamaloka, onde se liberta das paixões terrenas, e Devachan, o estado de repouso que se segue, antes do regresso.
É preciso conhecer a teosofia para o ler?
A prosa de Sinnett é clara e ordenada, e o livro serve de porta de entrada à doutrina.
Esta edição
Autor: A. P. Sinnett (1840-1921)
Título original: Esoteric Buddhism (Londres, Trübner & Co., 1883)
Texto de base: 6.ª edição americana, Boston e Nova Iorque, 1889
Tradução e edição: Miguel M. Gomes para a Pymandra
Inclui: introdução à edição americana, prefácio da primeira edição, doze capítulos, apêndice com as notas da 5.ª edição inglesa (1885) e notas do editor
Língua: português europeu, ortografia anterior ao Acordo de 1990
Formato: EPUB
Entrega: imediata, por email, após confirmação de pagamento
DRM: sem restrições
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