A Canção Celestial, ou Bhagavad Gita

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O diálogo entre Krishna e Arjuna, na versão em verso que Gandhi leu primeiro

Dois exércitos frente a frente, prontos para a batalha. Entre eles, um guerreiro pousa o arco e recusa-se a combater. Do outro lado da carruagem, o seu condutor começa a falar.

O condutor é Krishna. O guerreiro é Arjuna. O que se segue é o Bhagavad-Gita, o diálogo que a Índia guarda há mais de dois mil anos como a súmula de toda a sua sabedoria. Integrado no Mahabharata, o grande épico indiano, é o texto central do hinduísmo e uma das obras maiores da filosofia perene: como agir no mundo sem se perder nele, o que em nós nasce e morre e o que permanece, qual o lugar do dever quando tudo o resto vacila.

Em 1885, Edwin Arnold, autor de A Luz da Ásia, verteu o Gita em verso inglês e deu-lhe o nome de A Canção Celestial. Poucos anos depois, em Londres, um jovem estudante de Direito recebeu um exemplar das mãos de dois amigos teosofistas. Foi por estas páginas que Gandhi leu pela primeira vez a escritura do seu próprio país. Disse mais tarde que, de todas as traduções inglesas que conhecia, esta era a melhor.

A versão de Arnold devolve ao Gita aquilo que ele é na origem: um canto. Os ensinamentos sobre o karma, o dharma e o desapego chegam ao leitor pela música do verso, e é por isso que esta continua a ser a porta de entrada mais luminosa para um livro sagrado que muitos encontram árido em prosa.

Esta é a primeira tradução em português europeu da versão de Edwin Arnold. Dezoito capítulos, perto de três mil versos, com as notas do autor, notas do editor, glossário de 201 verbetes e os nomes sânscritos fixados segundo a norma indiana.

Para quem é esta obra

Para quem procura o Bhagavad-Gita em português numa edição que se lê com prazer. Para quem chegou à espiritualidade oriental pela meditação ou pela filosofia do yoga e quer o texto fundador. Para quem leu A Luz da Ásia e quer o outro grande canto de Arnold sobre o Oriente. Para quem encontrou no Enchiridion de Epicteto a distinção entre o que depende de nós e o que não depende, e quer ver a mesma pergunta respondida do outro lado do mundo.

Perguntas frequentes

O que é o Bhagavad-Gita?
É um poema sagrado indiano, em dezoito capítulos, que integra o Mahabharata. Narra o diálogo entre o príncipe Arjuna e Krishna antes de uma batalha, e é considerado o texto central da filosofia hindu.

Quem são Krishna e Arjuna?
Arjuna é um príncipe guerreiro que hesita perante o combate. Krishna, seu condutor de carro, é a manifestação do divino que lhe responde.

Porque se chama A Canção Celestial?
É a tradução literal de Bhagavad-Gita, «o canto do Senhor», e o título que Edwin Arnold deu à sua versão em verso.

Qual a relação de Gandhi com esta versão?
Gandhi conheceu o Bhagavad-Gita em Londres, através desta versão de Arnold, e considerava-a a melhor tradução inglesa que tinha lido.

O Bhagavad-Gita é um livro sobre yoga?
Trata da filosofia do yoga no seu sentido original: os caminhos da ação, do conhecimento e da devoção pelos quais o ser humano se une ao divino.

Esta Edição


Autor: Edwin Arnold
Título original: The Song Celestial, or Bhagavad-Gîtâ (1885)
Tradução e edição: Miguel M. Gomes para a Pymandra
Extensão: dezoito capítulos, perto de três mil versos
Inclui: notas do autor, notas do editor, glossário de 201 verbetes, nomes sânscritos segundo a norma indiana
Formatos: capa dura e capa mole

Clique aqui para ler um excerto do livro

O diálogo entre Krishna e Arjuna, na versão em verso que Gandhi leu primeiro

Dois exércitos frente a frente, prontos para a batalha. Entre eles, um guerreiro pousa o arco e recusa-se a combater. Do outro lado da carruagem, o seu condutor começa a falar.

O condutor é Krishna. O guerreiro é Arjuna. O que se segue é o Bhagavad-Gita, o diálogo que a Índia guarda há mais de dois mil anos como a súmula de toda a sua sabedoria. Integrado no Mahabharata, o grande épico indiano, é o texto central do hinduísmo e uma das obras maiores da filosofia perene: como agir no mundo sem se perder nele, o que em nós nasce e morre e o que permanece, qual o lugar do dever quando tudo o resto vacila.

Em 1885, Edwin Arnold, autor de A Luz da Ásia, verteu o Gita em verso inglês e deu-lhe o nome de A Canção Celestial. Poucos anos depois, em Londres, um jovem estudante de Direito recebeu um exemplar das mãos de dois amigos teosofistas. Foi por estas páginas que Gandhi leu pela primeira vez a escritura do seu próprio país. Disse mais tarde que, de todas as traduções inglesas que conhecia, esta era a melhor.

A versão de Arnold devolve ao Gita aquilo que ele é na origem: um canto. Os ensinamentos sobre o karma, o dharma e o desapego chegam ao leitor pela música do verso, e é por isso que esta continua a ser a porta de entrada mais luminosa para um livro sagrado que muitos encontram árido em prosa.

Esta é a primeira tradução em português europeu da versão de Edwin Arnold. Dezoito capítulos, perto de três mil versos, com as notas do autor, notas do editor, glossário de 201 verbetes e os nomes sânscritos fixados segundo a norma indiana.

Para quem é esta obra

Para quem procura o Bhagavad-Gita em português numa edição que se lê com prazer. Para quem chegou à espiritualidade oriental pela meditação ou pela filosofia do yoga e quer o texto fundador. Para quem leu A Luz da Ásia e quer o outro grande canto de Arnold sobre o Oriente. Para quem encontrou no Enchiridion de Epicteto a distinção entre o que depende de nós e o que não depende, e quer ver a mesma pergunta respondida do outro lado do mundo.

Perguntas frequentes

O que é o Bhagavad-Gita?
É um poema sagrado indiano, em dezoito capítulos, que integra o Mahabharata. Narra o diálogo entre o príncipe Arjuna e Krishna antes de uma batalha, e é considerado o texto central da filosofia hindu.

Quem são Krishna e Arjuna?
Arjuna é um príncipe guerreiro que hesita perante o combate. Krishna, seu condutor de carro, é a manifestação do divino que lhe responde.

Porque se chama A Canção Celestial?
É a tradução literal de Bhagavad-Gita, «o canto do Senhor», e o título que Edwin Arnold deu à sua versão em verso.

Qual a relação de Gandhi com esta versão?
Gandhi conheceu o Bhagavad-Gita em Londres, através desta versão de Arnold, e considerava-a a melhor tradução inglesa que tinha lido.

O Bhagavad-Gita é um livro sobre yoga?
Trata da filosofia do yoga no seu sentido original: os caminhos da ação, do conhecimento e da devoção pelos quais o ser humano se une ao divino.

Esta Edição


Autor: Edwin Arnold
Título original: The Song Celestial, or Bhagavad-Gîtâ (1885)
Tradução e edição: Miguel M. Gomes para a Pymandra
Extensão: dezoito capítulos, perto de três mil versos
Inclui: notas do autor, notas do editor, glossário de 201 verbetes, nomes sânscritos segundo a norma indiana
Formatos: capa dura e capa mole

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