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A Arte de Viver com Sabedoria
A Arte da Prudência de Baltasar Gracián: trezentas máximas para atravessar um mundo de máscaras sem perder o rosto
«O que é bom, se for breve, é duas vezes bom.»
Conhecido em português como A Arte da Prudência e A Arte da Sabedoria, e em espanhol como Oráculo manual y arte de prudencia, este é o livro em que o jesuíta aragonês Baltasar Gracián reuniu, em 1647, o essencial de uma vida inteira de observação da corte, do poder e da natureza humana. Trezentas máximas breves, escritas para quem tem de viver entre os outros: ler as intenções alheias, calar e agir no momento certo, guardar a reputação, vencer a inveja sem se rebaixar, não ficar à mercê da sorte.
Sob a astúcia da corte barroca corre uma sabedoria mais antiga, a mesma que os gregos inscreveram em Delfos e os estóicos fizeram disciplina. Para Gracián, quem não se governa a si mesmo não governa nada, e o homem completo faz-se como uma obra de arte, dia após dia.
É um clássico da sabedoria prática europeia, da família de Séneca, Marco Aurélio, Maquiavel e La Rochefoucauld. Schopenhauer traduziu-o para alemão, e Robert Greene, autor de As 48 Leis do Poder, cita-o com frequência.
O que as máximas ensinam
Ler as pessoas e conhecer as suas intenções
Calar, esperar e agir no momento certo
Guardar a reputação e vencer a inveja
Não mostrar o jogo todo e saber dizer não
Governar-se a si mesmo antes de governar o que quer que seja
Esta edição, cotejada com o original espanhol de 1647, devolve ao leitor português a concisão afiada do autor numa língua clara e actual. As notas situam as alusões (mitologia, história, provérbios) sem as explicar em excesso, e os títulos das máximas dizem directamente o conselho: «Não mostrar o jogo todo», «Saber dizer não».
Um livro para ler devagar e reabrir sempre que a vida pedir juízo.
Para quem é esta obra
Para quem leu o Enchiridion, de Epicteto, e quer a mesma disciplina interior aplicada à vida entre os outros. Para quem leu A Consolação da Filosofia, de Boécio, e procura a sabedoria que atravessa a corte e o poder. Para leitores de estratégia e de poder, de O Príncipe a A Arte da Guerra. Para gestores, líderes e todos os que lidam com pessoas e com hierarquias. Para quem lê desenvolvimento pessoal e procura substância em vez de fórmulas.
Perguntas frequentes
O que é A Arte da Prudência, ou A Arte da Sabedoria?
É o Oráculo manual y arte de prudencia, de Baltasar Gracián, publicado em Huesca em 1647: trezentas máximas breves sobre a arte de conduzir a vida no meio dos outros. É um dos grandes clássicos da sabedoria prática europeia.
Quem foi Baltasar Gracián?
Jesuíta aragonês (1601-1658) e um dos grandes escritores do Século de Ouro espanhol. O livro saiu em 1647 com o nome de Lorenzo Gracián.
Que diferença há entre A Arte da Prudência, A Arte da Sabedoria e A Arte de Viver com Sabedoria?
São títulos portugueses da mesma obra. Esta edição chama-se A Arte de Viver com Sabedoria e traduz o Oráculo manual y arte de prudencia.
De que tratam as máximas?
De ler intenções, de calar e agir no momento certo, de guardar a reputação, de vencer a inveja, de não depender da sorte e de governar-se a si mesmo.
Com que autores se compara?
Com Séneca, Marco Aurélio, Maquiavel e La Rochefoucauld. Schopenhauer traduziu-o para alemão.
É um livro para ler de uma vez?
Cada máxima é breve e lê-se em poucos minutos, mas o livro pede leitura lenta e regressos frequentes.
Esta edição
Autor: Baltasar Gracián (1601-1658)
Título original: Oráculo manual y arte de prudencia (Huesca, 1647)
Tradução, edição e notas: Miguel M. Gomes para a Pymandra
Inclui: nota ao leitor de Lastanosa, 300 máximas, 47 notas do editor
Língua: português europeu, ortografia anterior ao Acordo de 1990
Formato: EPU
Entrega: imediata, por email, após confirmação de pagamento
DRM: sem restrições
Clique aqui para ler um excerto deste livro
Prefere ler em papel? Clique para visualizar a edição impressa na Amazon
A Arte da Prudência de Baltasar Gracián: trezentas máximas para atravessar um mundo de máscaras sem perder o rosto
«O que é bom, se for breve, é duas vezes bom.»
Conhecido em português como A Arte da Prudência e A Arte da Sabedoria, e em espanhol como Oráculo manual y arte de prudencia, este é o livro em que o jesuíta aragonês Baltasar Gracián reuniu, em 1647, o essencial de uma vida inteira de observação da corte, do poder e da natureza humana. Trezentas máximas breves, escritas para quem tem de viver entre os outros: ler as intenções alheias, calar e agir no momento certo, guardar a reputação, vencer a inveja sem se rebaixar, não ficar à mercê da sorte.
Sob a astúcia da corte barroca corre uma sabedoria mais antiga, a mesma que os gregos inscreveram em Delfos e os estóicos fizeram disciplina. Para Gracián, quem não se governa a si mesmo não governa nada, e o homem completo faz-se como uma obra de arte, dia após dia.
É um clássico da sabedoria prática europeia, da família de Séneca, Marco Aurélio, Maquiavel e La Rochefoucauld. Schopenhauer traduziu-o para alemão, e Robert Greene, autor de As 48 Leis do Poder, cita-o com frequência.
O que as máximas ensinam
Ler as pessoas e conhecer as suas intenções
Calar, esperar e agir no momento certo
Guardar a reputação e vencer a inveja
Não mostrar o jogo todo e saber dizer não
Governar-se a si mesmo antes de governar o que quer que seja
Esta edição, cotejada com o original espanhol de 1647, devolve ao leitor português a concisão afiada do autor numa língua clara e actual. As notas situam as alusões (mitologia, história, provérbios) sem as explicar em excesso, e os títulos das máximas dizem directamente o conselho: «Não mostrar o jogo todo», «Saber dizer não».
Um livro para ler devagar e reabrir sempre que a vida pedir juízo.
Para quem é esta obra
Para quem leu o Enchiridion, de Epicteto, e quer a mesma disciplina interior aplicada à vida entre os outros. Para quem leu A Consolação da Filosofia, de Boécio, e procura a sabedoria que atravessa a corte e o poder. Para leitores de estratégia e de poder, de O Príncipe a A Arte da Guerra. Para gestores, líderes e todos os que lidam com pessoas e com hierarquias. Para quem lê desenvolvimento pessoal e procura substância em vez de fórmulas.
Perguntas frequentes
O que é A Arte da Prudência, ou A Arte da Sabedoria?
É o Oráculo manual y arte de prudencia, de Baltasar Gracián, publicado em Huesca em 1647: trezentas máximas breves sobre a arte de conduzir a vida no meio dos outros. É um dos grandes clássicos da sabedoria prática europeia.
Quem foi Baltasar Gracián?
Jesuíta aragonês (1601-1658) e um dos grandes escritores do Século de Ouro espanhol. O livro saiu em 1647 com o nome de Lorenzo Gracián.
Que diferença há entre A Arte da Prudência, A Arte da Sabedoria e A Arte de Viver com Sabedoria?
São títulos portugueses da mesma obra. Esta edição chama-se A Arte de Viver com Sabedoria e traduz o Oráculo manual y arte de prudencia.
De que tratam as máximas?
De ler intenções, de calar e agir no momento certo, de guardar a reputação, de vencer a inveja, de não depender da sorte e de governar-se a si mesmo.
Com que autores se compara?
Com Séneca, Marco Aurélio, Maquiavel e La Rochefoucauld. Schopenhauer traduziu-o para alemão.
É um livro para ler de uma vez?
Cada máxima é breve e lê-se em poucos minutos, mas o livro pede leitura lenta e regressos frequentes.
Esta edição
Autor: Baltasar Gracián (1601-1658)
Título original: Oráculo manual y arte de prudencia (Huesca, 1647)
Tradução, edição e notas: Miguel M. Gomes para a Pymandra
Inclui: nota ao leitor de Lastanosa, 300 máximas, 47 notas do editor
Língua: português europeu, ortografia anterior ao Acordo de 1990
Formato: EPU
Entrega: imediata, por email, após confirmação de pagamento
DRM: sem restrições
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