A água turva torna-se clara quando se deixa assentar. É essa a lição que este texto taoísta reduz a dois capítulos.
O Clássico da Pureza e da Quietude (Qing Jing Jing) é um dos textos mais breves do cânone taoísta e um dos mais recitados: faz parte da liturgia diária dos mosteiros da escola Quanzhen. É por muitos atribuído a Lao-Tsé, embora as opiniões acerca da origem sejam divergentes.
Ensina uma só coisa: a mente que se liberta do desejo regressa por si mesma à quietude, e a quietude é a porta do Tao. Começa pelo Tao sem forma e sem nome, desce ao homem, cujo espírito ama a pureza e cuja mente a perturba, e termina numa prática: afastar o desejo, atravessar o vazio e repousar numa quietude constante.
Esta edição gratuita da Pymandra reúne o texto completo com nota sobre a edição e 9 notas do editor, a partir da versão inglesa de James Legge (1891). Cerca de 1800 palavras: lê-se de uma assentada e relê-se como prática diária.
O que é O Clássico da Pureza?
É um dos textos mais breves do cânone taoísta, em dois capítulos. Ensina que a mente que se liberta do desejo regressa por si mesma à quietude, e que a quietude é a porta do Tao.
Como se chama em português?
O Clássico da Pureza e da Quietude. Aparece também como Clássico da Pureza e Tranquilidade, Tratado da Pureza e da Quietude e Tratado da Clareza e da Quietude. Em chinês, Qing Jing Jing, grafado também Qing Jing Ching ou Qingjing jing.
Quem escreveu O Clássico da Pureza?
O texto é anónimo e é atribuído a Lao-Tsé. Foi composto, provavelmente, durante a dinastia Tang (618-907).
Que relação tem com o Tao Te King?
Foi composto séculos depois do Tao Te Ching. Retoma o Tao de Lao-Tsé e junta-lhe o vocabulário budista da libertação: os seis desejos, os três venenos, o mar da amargura.
É gratuito? Quanto tempo demora a ler?
É gratuito, a primeira edição gratuita da Pymandra. Tem cerca de 1800 palavras e lê-se de uma assentada.
Título original: Qing Jing Jing
Autor: atribuído a Lao-Tsé
Texto de base: James Legge, Sacred Books of the East, vol. XL (Oxford, 1891)
Tradução e edição: Miguel M. Gomes para a Pymandra
Inclui: nota sobre a edição, os dois capítulos do texto e 9 notas do editor
Língua: português europeu, ortografia anterior ao Acordo de 1990
Preço: gratuito
A água turva torna-se clara quando se deixa assentar. É essa a lição que este texto taoísta reduz a dois capítulos.
O Clássico da Pureza e da Quietude (Qing Jing Jing) é um dos textos mais breves do cânone taoísta e um dos mais recitados: faz parte da liturgia diária dos mosteiros da escola Quanzhen. É por muitos atribuído a Lao-Tsé, embora as opiniões acerca da origem sejam divergentes.
Ensina uma só coisa: a mente que se liberta do desejo regressa por si mesma à quietude, e a quietude é a porta do Tao. Começa pelo Tao sem forma e sem nome, desce ao homem, cujo espírito ama a pureza e cuja mente a perturba, e termina numa prática: afastar o desejo, atravessar o vazio e repousar numa quietude constante.
Esta edição gratuita da Pymandra reúne o texto completo com nota sobre a edição e 9 notas do editor, a partir da versão inglesa de James Legge (1891). Cerca de 1800 palavras: lê-se de uma assentada e relê-se como prática diária.
O que é O Clássico da Pureza?
É um dos textos mais breves do cânone taoísta, em dois capítulos. Ensina que a mente que se liberta do desejo regressa por si mesma à quietude, e que a quietude é a porta do Tao.
Como se chama em português?
O Clássico da Pureza e da Quietude. Aparece também como Clássico da Pureza e Tranquilidade, Tratado da Pureza e da Quietude e Tratado da Clareza e da Quietude. Em chinês, Qing Jing Jing, grafado também Qing Jing Ching ou Qingjing jing.
Quem escreveu O Clássico da Pureza?
O texto é anónimo e é atribuído a Lao-Tsé. Foi composto, provavelmente, durante a dinastia Tang (618-907).
Que relação tem com o Tao Te King?
Foi composto séculos depois do Tao Te Ching. Retoma o Tao de Lao-Tsé e junta-lhe o vocabulário budista da libertação: os seis desejos, os três venenos, o mar da amargura.
É gratuito? Quanto tempo demora a ler?
É gratuito, a primeira edição gratuita da Pymandra. Tem cerca de 1800 palavras e lê-se de uma assentada.
Título original: Qing Jing Jing
Autor: atribuído a Lao-Tsé
Texto de base: James Legge, Sacred Books of the East, vol. XL (Oxford, 1891)
Tradução e edição: Miguel M. Gomes para a Pymandra
Inclui: nota sobre a edição, os dois capítulos do texto e 9 notas do editor
Língua: português europeu, ortografia anterior ao Acordo de 1990
Preço: gratuito